quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Isto aqui não é um filme, boy

Era um dia frio - já se estava no Inverno. As nuvens pairavam sobre o céu cinzento, o vento rodopiando em redor do carvalho massajando calmamente ouvindo-se um assobio distante.

A Bolota rebolava monte abaixo, mais uma vez, enquanto o Óscar ainda dormia lá em cima e a Pipoca, sabe-se lá, provavelmente estava a tomar banho, na esperança vã de ficar sem a maionese.

Sendo empurrada pelo vento carinhoso do Outono, competindo com as folhas vermelhas de sangue e amarelas cor-de-fogo, recortadas bruscamente pela Mãe Natureza, a Bolota rolava e rolava enquanto seus pensamentos envolvidos por um novelo de lã consciente, tentavam desenvencilhar o grande nó que esta lhes tinha dado.

Mas desenvencilhar, não desenvencilharia. Por mais que rodasse, o nó ficaria lá. Roçando na erva macia e gelada, seu coração assobiava, tal como o vento, estando recortado, tal como as folhas vermelhas de sangue. Rangia, sussurrava, rodopiava, rolando sobre a erva verde-garrafa como Nemi (pssst, ela é cinzenta).

E chegou ela, por fim, ao fundo do monte. Lá, bastante longe do grande carvalho e do céu, as coisas eram bastante mais feias. A erva não era tão verde. O céu não parecia tão cinzento. O vento parecia chorar. As folhas pareciam sangrar. Mais.

Foi aí que a Bolota percebeu que na verdade o mundo era mais feio sem os seus amigos. Bolota que era bolota tinha que ser ingerida passada a fronteira e [censurar] e ser dada a consumir às pessoas. Sua missão era fazer rir, fazer gritar e chorar. De olhos vermelhos, é claro.

Bolota olhou para o céu com olhos bem abertos e gritou: ... Afinal não gritou. Não havia nada a fazer contra a maneira como rolou. Rolaria sempre da mesma maneira, como ficaria sempre com o mesmo nó. Constatou, tristemente, que as coisas no mundo eram como eram e não as dava para mudar.

Não. E se afinal, enquanto rolasse, rolasse contra uma pedra? Uma pedra no caminho que a fizesse saltar. Mudar de direcção. Mudar. Subiu, subiu mais uma vez. E, vendo o Óscar a respirar lentamente e o barulho de água ainda a correr, voltou a descer. Rolando pelo monte, tentou. Tentou encontrar a sua pedra. A pedra que a faria mudar. Ser o seu leme, dando-lhe rumo pela vastidão tumultuosa e tempestuosa que era a vida. A vida de uma Bolota.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Oh dinosaur.

Oh dinosaur, oh dinosaur,
There are no dinos any more.


The skies are clear of pterodact,
(A very sorry dino fact.)


No more velociraptor gnashes,
No more allosaurus crashes.


No more pounding thunder feet
Of Rex on his revolting beat.


Oh dinosaur, oh dinosaur,
There are no dinos any more.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

This is how good my photoshop skills are.

Pronto.
Para não dizerem que sou mau, e isto e aquilo, e que só ponho fotos más da pêga para ela se sentir insegura e inferior e a comer menos e emo e a fumar, meto aqui das poucas que se safaram. :3

Graças ás minhas artes cabeleiristicas ao menos não se ve a carequinha.


domingo, 14 de setembro de 2008

É oficial.
As férias acabaram, se bem que mesmo em aulas estamos sempre de férias, mas oficialmente estamos acabados.

E como tal não podia deixar de ser, além de irmos fresquinhas pela manhã, logo as 8am, uma autópsia das férias é mais que pedida e apreciada.


Foi igual a todas as outras.


Ai têm.
Com a única diferença que fui ao norte, de resto, same old same old. Sozinha em casa, sem de casa sair, minding my own business.
E pronto.

Para quem ache que isto é desperdiçar a vida, enfim, cada um aproveita como gosta e eu gosto assim.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Para infelicidade de muitos, incluindo eu próprio, agora sou mesmo um.

Com dois vulcões, à la Suzi.


Mas como eu sou um fofo, não quero traumatizar ninguém por agora, então deixo apenas fotos que, além de não se ver nada, pareço normal. Assim, quando a dita altura chegar, altura essa em que me verão, o choque, a colisão, o alto momento, será, portanto, chocante.



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

The silence knows what the silence means.

It doesn´t matter anyway
your lips taste of
Promises, promises, you´ve never kept
And the tears you´ve never wept, betrayed and all alone

You push me back
No matter how far I get
I´m running in circles, caged up, put your hands around my neck

Look at me. Are yo
u too blind to see, obviously too proud to see
You can´t bury me

You took my last breath, you lie and bring us to our knees again

Hold on, your breath, can you feel the silence?
You´ve never listened to a single word I said
Shut up, pick up the pieces, pieces of my broken memory
You´ll never understand, shut up.