quinta-feira, 29 de abril de 2010

I just heard someone shout "BUKI!" very loud in the pc room. And I replied "\m/". And yes, I knew the guy.

Walking with Dinosaurs - The Arena Spectacular
Maiores de 3 anos
14 Mai: 19h45, 15 Mai: 11h, 15h30 e 19h45 e 16 Mai: 11h e 15h30

Baseado na premiada série da BBC, No Tempo dos Dinossauros, o Pavilhão Atlântico recebe, de 14 a 16 de Maio, Walking with Dinosaurs – The Arena Spectacular. São 96 minutos de espectáculo, com 20 dinossauros em tamanho real, onde o público viaja pela história da evolução destes seres, desde o início até à sua extinção. Huxley, um entusiasmado paleontologista, é o narrador que guia o público através do tempo com pormenores excitantes e muita informação científica e histórica. Os dinossauros estão de volta e preparam-se para deixar a audiência boquiaberta.


Okay, maiores de 3 anos. Acho que posso ir.
Tinha visto um anúncio num placar em benfica sobre dinossauros, mas o comboio ia muito depressa e só tive tempo de gritar mentalmente "DINOSSAURO!". Não sei se é esta exposição, e não consigo encontrar informação porque a exposição de Castelo Branco spammou o Google todo. Tenho que ir ver essa também.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Something is pulling me I feel the gravity of it all.

Things are getting back to what they used to be.
You're getting back to me and I'm getting back to you.
It's like a force of nature I cannot deny. Two stars falling in each others gravity only to be destroyed soon after. But the warmth and the desire are like fuel to us, that makes accelerate to our own collision.
Step by step we try to approximate.
Slowly, you're giving yourself in.
What will become of us, and this invisible rubber band that doesn't lets us part. The more we try to move away from each other the faster we'll get smashed together again.

Yesterday, PARADISE was released.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Malvado do super-ego e das camaras.

Diários de um cleptomaniaco indeciso:

Voltei atrás por três vezes.
Aquele estojo rechonchudo que estava na mesa dos computadores... eu quero-o! Era bem recheado, com uma pen boa cheia de coisas que nunca iria ler mas também nunca apagaria e muitas, muitas canetas e marcadores... Eu quero.
Mas não devo.
Mas, e daí? Não é como se alguém me fosse apanhar. Malditas camaras de segurança da sala! E secalhar as pessoas que estava lá viram-me e podem me denunciar... mas secalhar não viram. Eu quero!
E se me apanharam? Achado não é roubado. Ia entregar ao segurança? Não, mas posso sempre dizer que sim.

Decisões, decisões...

Não, não vou trazer.
Mas... vou voltar!
Opá, mas já tenho muita tralha em casa... não trago.
A pen e algumas canetas nem tinham tampa. Odeio canetas sem tampa. A pen tinha só 3g, e nos tempos que correm compro uma melhor (escrevi mulher, viva erros Freudianos), se quiser.
Mas...


Cheguei a outros pcs. Achei um clip ao lado do teclado, score!

2. Por quais razões a Cleptomania se desenvolve?

As causas da cleptomania são desconhecidas. No entanto, acredita-se que alguns factores podem contribuir para a motivação ao acto de furtar, tais como:

  • Uma reacção ao stress;
  • Uma forma de substituir um comportamento agressivo;
  • A busca de uma gratificação inconsciente ao sentimento de tristeza, angústia ou de ansiedade;
  • Uma resposta a perdas pessoais significativas do passado ou actuais.

Achado não é roubado.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Nada.

Um mundo dentro de outro mundo.

Viver num bunker, com tudo o que é preciso para subsistir, sem ter que aturar tudo o que se passa lá fora e todas as pessoas que fazem parte desse universo demasiado agitado e que, num curropio, se move à velocidade do som. Para quê acompanhar quando podemos parar.
Um mundo que é demasiado fatigante.
No final de contas estamos e sempre estivemos sozinhos. Não passamos de um ponto muito pequeno na linha do tempo, e o que somos nós na escala universal? Somos menores que um grão de areia, e porque é que deve um grão tentar ser mais que um grão e tentar viver e experienciar tudo o que há aí? É irrelevante se experimentamos ou não ou se vivemos. Acabamos todos por deixar de existir e quando isso acontece de que é que serviu ter vivido tudo ou não? Foi apenas um gasto desnecessário de energia e tempo. Poucos são o que deixam uma marca, marca essa que continua a ser irrelevante à luz de uma escala maior.
Porque é que todos se dão ao trabalho? É o mesmo que tentar fazer um balão com uma pastilha - sopramos e sopramos para fazer um balão o tanto maior quanto possível, sabendo que a certa altura, vai rebentar a determinado ponto e nada restará dessa tentativa de fazer um balão.