segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Como sabe bem o ar frio pela manhã

Não há nada como o ar fresco a tocar-nos na cara ao regressarmos a casa depois de um fim de semana fora com amigos. Apesar de tudo o que é dito por nossa parte, devemos dizer que apreciámos deveras o tempinho - mesmo apesar de B o ter passado muito a trabalhar.

A viagem de regresso foi muito agradável.
A Sra DONA Dina (que possivelmente passará só a Sra e depos só a Dina) - que teve a gentileza de nos preparar um cafezito com leite delicioso (o qual B foi bebericando aos poucos de sub-teste em sub-teste) é realmente uma senhora simpática. Devo dizer que fui muito bem estimada - (aquilo é tudo uma família simpática, também gostámos muito da Sra Avó e do Sr Avô; B também simpatizou com o cachorro se bem que O a achou um bocado... bem, é um cão e ele não é propriamente fã do aroma dos canídeos), o lanchinho foi muito aprazível - embora o Óscar se tenha sentido um pouco agredido emocionalmente, tendo em conta determinados relatos que foram efectuados relativamente ao seu apetite momentâneo. Relativamente à Sra Sherlocka Holmas, também conhecida como Sra Maria Dona Inês, devo dizer que também ficámos surpreendidos, pela positiva. Não é que a dita catraia repara em tudo? Nós às tantas estamos a reparar que efectivamente hoje tinhamos um cinto colorido, que tinhamos os dentinhos bonitos, etc, quando passamos o dia-a-dia todos connosco próprios, nunca reparando e a bela da catraia logo repara no primeiro instante. Seria uma boa adição ao grupo - esperem, ela tem treze anos.

Tivemos também a oportunidade de reparar uma das tais teorias: realmente são estabelecidas novas vinculações com outros adultos. Se bem que não nos encontramos seguros quanto ao que vamos mencionar seguidamente (e seremos devidamente criticados pela nossa maior fã - sim, ironia - Natrina Greenmoon), na altura, sempre que em momentos de alguma dúvida eventual recorremos sempre ocularmente à presença da Mary como estabilizador - o que não é de estranhar sendo que ela é a mãe de todos.

Resumindo e baralhando, concordamos que os tais mencionados lanches devem ser feitos regularmente, especialmente com boleiazita depois (não podemos deixar de mencionar como sabe a crescido ir a algum lado e depois voltar de carro sem ser familia a levar) embora que seja já abusar da bondade alheia.

E como soube bem o ar fresco pela manhã.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

It's an overstatement

It happens when we hit rock bottom. It's like reaching a dead end, there's no where else to go but back, or in the first example, up. Everyone knows this but some of us do refuse to move. I wonder if that happens due to the lack of strength, motive, or simply because one enjoys such deep and powerful feelings, even though they're quite negative. That's why we have masochists, right?

Eventually, things change. It's like we're a dead body that was thrown at a river and suddenly has a rip on the lungs, which luckily had a little bit of air still inside them, and makes us float like a balloon. We can't do anything about it, and so can't our lovely killer who, unfortunately for him, didn't see it coming.

So, we start to float our way up, sometimes so slow that we don't even realize it, and eventually it gets a little better. And if we're really lucky, sometimes we float just as high enough as we had to see the sun. And it feels so warm on our dead coolish skin that it's like a brand new feeling we never thought it would be possible to have again (of course that's an overstatement, but I hope my bright reader knows what I mean).

And then, life goes on, not seeming as much dead as it looked before. Sometimes the weather is a little cloudy, and it may even rain, but, like most things, it's a cycle. It won't rain forever as well as it won't shine everyday, but if it did it would certainly take some of the joy of it, since everyone's patience has a limit, some higher than others.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009





Damn it.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Foi me pedido um documento por escrito.

Venho por este meio expressar a minha eterna gratidão pelo convite que me foi feito, após eu ter mencionado o meu interesse numa saída de halloween, por parte de terceiros.
A sério.
Obrigado.
O serão foi mesmo agradável, é pena que não tivesse a dar nada na televisão.

Desejo desde já mencionar, por parte do meu cliente, que não serão feitos pedidos posteriores a este documento para outras saídas ou atender seja ao que for, pois, segundo o decreto de lei nº 67-C/2009 de 01 de Novembro de 2009, qualquer actividade de convocação de determinados sujeitos contidos na sub-secção B'-2 serão punidos por lei.

Atentamente,
Do advogado do/a cliente mencionado/a na linha seis, paragrafo cinco.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

The world is falling like a final courtin to my feet.


Não mata mas mói.


Ser invisivel não é mau, conseguir camuflar-nos pelo meio é incrivelmente confortante.

Mas ignorarem-nos é outra história.

sábado, 17 de outubro de 2009

Adeus, meus três mosqueteiros.


Moving on, times one.
Moving on, times two.
And moving on times three.
Times three.
Times three.
Times.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Está aí... alguém?

Às vezes quando falas.
Eu não presto atenção.

Perco-me no teu olhar.
Fico à procura de alguém que fugiu aí para dentro.

Se me consegues ver, pisca um olho.
Eu prometo que vou notar.
A sério.


Is anybody out there?I'm freaking out.